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SÁBADO

07/03 A PARTIR DAS 13H


Evento reúne MATUTO S/A (via ProAC-SP), Banda Cervo, intervenção de Lucas Cassarotti, feira criativa e brechó em programação gratuita a partir das 13h

Rifaina recebe neste sábado, 07 de março, a partir das 13h, uma ação cultural inédita na pista de skate do município. A iniciativa reúne música, arte urbana e economia criativa em uma programação gratuita voltada especialmente à juventude e aos artistas locais.

O Francano Matuto S/A
O Francano Matuto S/A

O destaque da programação é o show da banda MATUTO S/A, grupo que vem se destacando nacionalmente ao misturar viola caipira com hip hop no estilo que eles definem como Regional Beat. A apresentação em Rifaina acontece por meio do Edital ProAC-SP, fortalecendo o acesso à cultura e ampliando a circulação de projetos contemplados pelo programa estadual.


A programação musical conta ainda com a participação da Banda Cervo, grupo de Rifaina que atua no cenário pop rock e participa da ação de forma voluntária, doando seu cachê em apoio à iniciativa cultural no município.


Arte urbana começa na quinta-feira

A ação cultural começa antes mesmo do sábado. A partir de quinta-feira, o grafiteiro Lucas Cassarotti, um dos nomes de destaque da arte urbana na região, inicia a intervenção artística na pista de skate.


O trabalho inclui toda a preparação do espaço e será finalizado no sábado, consolidando um novo visual para o equipamento público e fortalecendo a identidade urbana do local. Toda a ação será registrada para a produção de material audiovisual de divulgação da arte e da cultura em Rifaina.

o artista Lucas Cassarotti em ação
o artista Lucas Cassarotti em ação

Economia criativa e protagonismo local

Além dos shows e do grafite, o evento contará com feira criativa, dando visibilidade a artistas e produtores locais, além do Brechó da Gabi, ampliando o espaço para a economia colaborativa e sustentável.

A estrutura começa a ser montada pela Prefeitura a partir das 8h de sábado. A passagem de som está prevista para 11h e, a partir das 13h, o público já poderá ocupar a pista para prestigiar a feira e toda a programação cultural.


Mobilização e apoios

A ação conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Rifaina, da Banda Cervo, do MATUTO S/A (via ProAC-SP) e do vereador Ernani Baraldi, que articulou a realização da iniciativa e viabilizou a vinda de Lucas Cassarotti para a intervenção artística.


Mais do que um evento, a proposta é ocupar o espaço público com cultura, fortalecer talentos locais e criar novas referências para a juventude rifainense.


Serviço

Ação na Pista de Skate – Rifaina

Local: Pista de Skate - Bosque Municipal

Sábado – 07 de março

A partir das 13h

Show: MATUTO S/A e Participação: Banda Cervo

Grafite: Lucas Cassarotti

Feira Criativa + Brechó

Evento gratuito

arte divulgação
arte divulgação

 
 
 

Encontro regional contará com a presença do secretário de Estado de Turismo, Roberto de Lucena, e reunirá lideranças para avançar no planejamento integrado do setor


A cidade de Pedregulho (SP) será sede, no próximo 26 de fevereiro, às 09h, na Casa da Cultura, de mais uma edição do Fórum Permanente de Turismo da Região Turística Lagos do Rio Grande, instância que vem conduzindo o fortalecimento da governança regional e o planejamento estratégico do setor.


O início das atividades do Fórum em 2026 dá sequência às pautas apresentadas em reunião realizada na Secretaria de Estado de Turismo e Viagens de São Paulo, que contou com a presença da deputada estadual Delegada Graciela, integrante da Comissão de Turismo da ALESP. Na ocasião, o secretário Roberto de Lucena assumiu o compromisso de estar na região para o lançamento do Plano Regional de Turismo, agenda que começa a se concretizar com este encontro em Pedregulho.

Reunião na SETUR SP com Roberto de Lucena e Deputada Delegada Graciela
Reunião na SETUR SP com Roberto de Lucena e Deputada Delegada Graciela

O evento reunirá representantes dos municípios que compõem a região, gestores públicos, empreendedores, instituições e profissionais do turismo, reforçando a importância do diálogo entre o Governo do Estado e as lideranças regionais para o avanço das políticas públicas voltadas ao setor.


De acordo com o presidente do Fórum, Ernani Baraldi, o momento é estratégico para o desenvolvimento regional. “A presença do secretário Roberto de Lucena demonstra o reconhecimento do trabalho que vem sendo construído na Região Turística Lagos do Rio Grande e fortalece nossa caminhada na estruturação da governança, na construção do Plano Regional de Turismo e na consolidação de um destino competitivo e sustentável”, destaca.


A programação reúne uma agenda estratégica voltada ao desenvolvimento integrado do turismo regional. Entre os principais pontos está a estruturação do Plano Regional de Turismo por meio da Instância de Governança Regional (IGR), que irá estabelecer diretrizes, metas e ações para o fortalecimento do setor nos municípios. Também será iniciado o mapeamento de rotas e roteiros turísticos, etapa fundamental para a promoção integrada dos atrativos e para o posicionamento do destino no cenário estadual.

Outro eixo central é o fortalecimento da atuação em rede entre as cidades, ampliando a articulação regional para captação de recursos, qualificação da oferta turística e consolidação da identidade territorial. Como estratégia de integração e valorização dos destinos, o município anfitrião fará a apresentação de seu portfólio turístico, destacando projetos, ações em andamento, potenciais e oportunidades de investimento.

A agenda inclui ainda a participação do secretário de Estado de Turismo e Viagens, que apresentará as diretrizes do turismo paulista para as regiões turísticas, programas de apoio e possibilidades de convênios, consolidando o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento regional.

Com caráter itinerante, o Fórum tem se consolidado como um instrumento permanente de articulação, planejamento e integração entre os municípios, impulsionando o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, geração de renda e valorização do patrimônio cultural e natural da Região Turística Lagos do Rio Grande.


Serviço

Fórum Permanente de Turismo

Região Turística Lagos do Rio Grande

26 de fevereiro de 20260

9h - Casa da Cultura de Pedregulho/SP Veja com Chegar AQUI



Pinturas Rupestres são destaque em Pedregulho
Pinturas Rupestres são destaque em Pedregulho

 
 
 

Rifaina era antigamente um “porto do rio” que fazia fronteira com a Província de Minas Gerais. Havia aqui, só um local de embarque e desembarque dos carros de bois que vinham carregados de sal Campina (mercadoria mais conhecida na época entre as Províncias de Sao paulo e Minas Gerais).

Devido a isso, era denominado “Porto do Barreirinho”, nome este, conhecido no Estado de Minas Gerais até hoje. Nesta época, utilizava-se para transportar as mercadorias a “Balsa Vogue”; Existia também um pequeno barco a vapor que afundou nas águas do Rio Grande e só foi encontrado com a construção da Usina Hidrelétrica de Peixoto. O transporte de pessoas era efetuado por canoas a remo, que levavam paulistas e traziam mineiros. Depois da denominação “Porto do Barreirinho”, Rifaina foi denominada “Cervo”, isto porque, os doadores do referido patrimônio tinham seus terrenos nas margens direita e esquerda do Ribeirão do mesmo nome.

Dessa forma, o Porto, entre Rifaina e Jaguara, possibilitou efetivamente a ocupação dessa região. Durante as últimas décadas do século XVIII, essa parte das terras próximas ao Rio Grande foi ocupada por moradores rurais, que, dispersos, deram ao porto um movimento considerável.

Este movimento migratório do sul mineiro, em especial da região do Julgado do Desemboque, possibilitou, juntamente com o movimento deste “Porto”, a formação do Arraial do Cervo.

Com a doação das terras e, após a construção da igreja da Capela de Santo Antônio, iniciaram-se as primeiras casas, autorizadas as suas construções pelo primeiro vigário, que era o “Padre Bonifácio de Alexandro”, que divida os lotes mediante aforamento, isto é, de acordo com a área a ser adquirida, a pessoa ficava documentada, com a carta de aforamento, pagando uma mínima taxa anual em benefício da Igreja e as pessoas ficavam como proprietárias do mesmo. Esta taxa era de dois mil réis para cima. Na época, o responsável pelas anuidades era o Sacristão da Igreja. Entretanto, temos conhecimento que o recolhimento deste aforamento era de responsabilidade do cidadão Rifainense Sr. João Borges de Freitas.

antiga Capela de Santo Antônio
antiga Capela de Santo Antônio

Assim, começando a ganhar forma de vila, Rifaina foi denominada “Arraial do Cervo”. Arraial este, que foi marco de encontro dos comerciantes mineiros que vinham comerciar as mercadorias vindas da Província de São Paulo e Campinas.

Eis que desponta, nesta época, uma vida social e comercial intensa no “Arraial do Cervo”. Destacam-se como personagens atuantes os Coronéis pertencentes às famílias: Cassiano Pereira, Pereira Badaró, Pereira Cavalcanti e Ferreira Coelho, considerados pela sua coragem e bravura, ilustres personagens que a história da Rifaina registra. Ainda, muitos outros nomes, que a história de Rifaina deixou de mencionar, foram beneméritos trabalhadores, dos quais os Rifainenses se orgulham. Por força da lei oficial nº 58, de 15 de abril de 1973, o “Arraial do Cervo”, passa a ser denominado “Santo Antônio de Rifaina”. Até então, a iluminação de Santo Antônio de Rifaina era feito à querosene e à lenha.

Em 1887, dava-se a inauguração da Estação Rifaina da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, que foi construída em solo doado pelos proprietários das referidas terras que existiam na região de Santo Antônio de Rifaina. Esta estrada de ferro tinha seu início em Campinas (São Paulo) e continuava até Uberaba (Minas Gerais) sendo que, Rifaina era servida pela via do “tronco” do Rio Grande, prolongamento da mesma Companhia construindo aqui uma das mais importantes obras do interior do País, a ponte férrea de Jaguara, datada de 1888 fazia a ligação entre os estados.

No lado mineiro, ergue-se a Estação Jaguara que servia como entreposto, com dois grandes galpões, armazenada diversos insumos. O ramal seguia até a Estação de Sacramento, conhecida como Cipó, a topografia da região não favorecia e não permitia que o vapor subisse a serra para Sacramento, assim, houve um pleito e Sacramento foi a primeira cidade no brasil a contar com uma linha de bondes elétricos. Daí o apelido “passa perto” que Sacramento ganhou nessa época, pois a linha da mogiana seguia serpenteado a planície do Rio Grande e apenas passava perto da cidade mineira. Infelizmente esse tronco do Rio Grande foi extinto com a abertura do ramal de Igarapava/Delta e, após 30 de junho de 1970 com a construção da Usina Hidrelétrica de Jaguara. Com a chegada da Companhia Mogiana, adveio novo surto de progresso e desenvolvimento em Santo Antonio de Rifaina. No lado mineiro, ergue-se a Estação Jaguara que servia como entreposto, com dois grandes galpões, armazenada diversos insumos. O ramal seguia até a Estação de Sacramento, conhecida como Cipó, a topografia da região não favorecia e não permitia que o vapor subisse a serra para Sacramento, assim, houve um pleito e Sacramento foi a primeira cidade no brasil a contar com uma linha de bondes elétricos. Daí o apelido “passa perto” que Sacramento ganhou nessa época, pois a linha da mogiana seguia serpenteado a planície do Rio Grande e apenas passava perto da cidade mineira. Infelizmente esse tronco do Rio Grande foi extinto com a abertura do ramal de Igarapava/Delta e, após 30 de junho de 1970 com a construção da Usina Hidrelétrica de Jaguara. Com a chegada da Companhia Mogiana, adveio novo surto de progresso e desenvolvimento em Santo Antonio de Rifaina.


 
 
 
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